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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

John Locke

John Locke foi um importante filósofo inglês. É considerado um dos líderes da doutrina filosófica conhecida como empirismo e um dos ideólogos do liberalismo e do iluminismo. Nasceu em 29 de Agosto de 1632 na cidade inglesa de Wrington.

História a parte não é deste John Locke que eu quero falar, mas sim de um das melhores personagens de séries televisivas criadas até hoje. John Locke, personagem do já acabado (infelizmente) LOST (Os Perdidos), interpretado por Terry O´Quinn é um "líder", mas as coisas nem sempre foram assim. No inicio John Locke é mostrado como um triste e patético homem, que nada conseguia e que foi enganado pelo próprio pai que teve anos sem conhecer, a ponto de este lhe ter dado um rim e o pai depois tentou matá-lo. Locke ficou preso a uma cadeira de rodas para o resto da vida e a sua frustração foi aumentando, até que um dia decide fazer uma viagem de "procura e auto-conhecimento" pela Austrália, uma espécie de homem contra natureza, mas Locke omitiu ser paraplégico e tal viagem não pode ser realizada. De regresso a casa o avião 815 da Oceanic sofre um acidente e acaba por se despenhar numa ilha (onde quase toda a acção se vai realizar) e Locke repara que mexe os pés, a ilha curou-o e como é natural ele não quer sair dela, alie ele pode ser o que nunca mais será no mundo real, um homem livre.

A liderança não é iminente pois de inicio é disputada com Jack Shepard e mais tarde com Benjamim Linus, mas Locke consegue sempre dar a volta à situação e na derradeira temporada faz com que todos os outros tomem um partido, ou o seguem ou morrem. Esta personagem não foi criada ao acaso com o nome de um antigo filósofo, pois até a personagem que John Locke representa na série (Jeremy Bentham) quando sai da ilha a pedir que os que foram resgatados regressem, é o nome de outro filósofo do empirismo e liberalismo.

Estes ideais encaixam e de que maneira na personagem de John Locke, que sempre com as suas filosofias e jogos mentais consegue levar a dele avante, com companhia ou simplesmente sozinho, tem medo, mas enfrenta-os e nunca foge, e certamente sem esta personagem o LOST não teria sido o sucesso que foi.

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